O lugar de inventar como seremos é frágil, é angustiante... no micro e no macro. Escutar, escutar, mover o corpo na relação com o(s) outro(s) corpo(s), deixando rastros, criando desejos radicais... de justiça.
Eliane Brum convida "uns caras" pra ajudar a pensar esse lugar difícil: Aqui: Acima dos muros
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